{"id":2723,"date":"2018-11-30T14:32:43","date_gmt":"2018-11-30T14:32:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/?p=2723"},"modified":"2018-11-30T14:32:43","modified_gmt":"2018-11-30T14:32:43","slug":"queres-saber-as-horas-pergunta-ao-teu-animal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/2018\/11\/30\/queres-saber-as-horas-pergunta-ao-teu-animal\/","title":{"rendered":"Queres saber as horas? Pergunta ao teu Animal!"},"content":{"rendered":"<h3><strong>Queres saber as horas? Pergunta ao teu Animal!<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/4D.png \" width=\"350\" height=\"350\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um novo estudo, publicado no anterior m\u00eas de Outubro na revista Nature Neuroscience, sugere que os animais t\u00eam um senso de tempo relativamente preciso.<br \/>\nEste resultado foi avaliado pela medi\u00e7\u00e3o da atividade no c\u00f3rtex entorrinal medial do c\u00e9rebro de ratos, uma regi\u00e3o do lobo temporal que codifica informa\u00e7\u00f5es espaciais relacionadas com mem\u00f3rias (tempo).<br \/>\nPara obten\u00e7\u00e3o dos dados, os animais foram colocados numa experi\u00eancia de imagem virtual, em que havia est\u00edmulos para que estes corressem ao longo de um corredor at\u00e9 encontrar uma porta com recompensa. A abertura dessa porta ocorria ap\u00f3s 6 segundos de corrida e, s\u00f3 assim, o animal tinha o pr\u00e9mio alimentar. Ap\u00f3s treino neste padr\u00e3o, os animais passaram para um segundo patamar de avalia\u00e7\u00e3o em que o mesmo experimento era feito, por\u00e9m a porta encontrava-se invis\u00edvel no final da corrida.<br \/>\nUm ponto comum nos dois experimentos era a presen\u00e7a de uma textura diferente no ch\u00e3o do local da porta com recompensa.<br \/>\nOs pesquisadores verificaram que, quando colocados no segundo patamar de avalia\u00e7\u00e3o sem porta, os animais corriam at\u00e9 ao local onde anteriormente existia uma porta e, ao relembrarem a porta pela textura do ch\u00e3o, imobilizavam-se neste territ\u00f3rio durante &#8230; 6 segundos!<br \/>\nO animal, pela conclus\u00e3o obtida, n\u00e3o tem no\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da porta aberta ou fechada e compreende que a \u00fanica forma de solucionar a tarefa e obter a recompensa alimentar \u00e9 utilizando o senso de tempo interno do c\u00e9rebro.<br \/>\nNum terceiro patamar de avalia\u00e7\u00e3o, foi ainda aplicada microscopia de dois f\u00f3tons para monitoriza\u00e7\u00e3o cerebral de cada animal e a codifica\u00e7\u00e3o espacial e temporal \u00e9 verificada em diferentes \u00e1reas do c\u00f3rtex &#8211; as c\u00e9lulas &#8216;timing&#8217; s\u00f3 se ativavam quando o animal esperava os seus 6 segundos antes de retornar \u00e0 corrida.<br \/>\nEste tipo de estudos \u00e9 muito importante porque permite a obten\u00e7\u00e3o de novas respostas no estudo de doen\u00e7as neurodegenerativas animais e humanos, como \u00e9 o caso da doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<p style=\"margin-top: 30px;\"><a class=\"button_full\" href=\" https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41593-018-0252-8 \">VER MAIS<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queres saber as horas? 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