{"id":3847,"date":"2019-08-06T22:18:48","date_gmt":"2019-08-06T21:18:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/?p=3847"},"modified":"2019-08-06T22:21:16","modified_gmt":"2019-08-06T21:21:16","slug":"porque-preferiste-ter-um-cao-podera-ser-genetico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/2019\/08\/06\/porque-preferiste-ter-um-cao-podera-ser-genetico\/","title":{"rendered":"Porque preferiste ter um c\u00e3o? Poder\u00e1 ser gen\u00e9tico\u2026"},"content":{"rendered":"<h3><strong>Porque preferiste ter um c\u00e3o? Poder\u00e1 ser gen\u00e9tico\u2026<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/CC3-fb.jpg\" width=\"350\" height=\"350\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estudos anteriores mostraram que o facto de algu\u00e9m ter exposi\u00e7\u00e3o a c\u00e3es durante toda a inf\u00e2ncia aumenta a probabilidade de uma pessoa preferir c\u00e3es. Embora essas descobertas possam fazer muito sentido, os investigadores pensaram at\u00e9 que ponto a gen\u00e9tica tamb\u00e9m poderia ser um fator para esta prefer\u00eancia. Para tentar responder a esta quest\u00e3o realizou-se um estudo duplo: ao estudar dados gen\u00e9ticos e comportamentais de pessoas que compartilham definitivamente o seu genoma inteiro, no caso de g\u00e9meos monozig\u00f3ticos, ou 50% de seu genoma, g\u00e9meos dizig\u00f3ticos, os investigadores s\u00e3o capazes de prever se certos comportamentos t\u00eam ra\u00edzes ambientais ou gen\u00e9ticas.<br \/>\nAssim, para este estudo, analisaram dados de mais de 85.000 g\u00e9meos no maior registo duplo do mundo &#8211; o Registo G\u00e9meo Sueco. Como a Su\u00e9cia exige que todos os c\u00e3es sejam registados no Conselho de Agricultura da Su\u00e9cia, compararam esses dados, e verificaram que 8.503 dos g\u00e9meos tinham c\u00e3es. Com estes dados criaram modelos inform\u00e1ticos para identificar se fatores gen\u00e9ticos ou ambientais tiveram mais influ\u00eancia sobre a posse de c\u00e3es. Assim descobriram que a gen\u00e9tica era capaz de prever 57% da probabilidade de uma mulher ter um c\u00e3o e 51% em homens.<br \/>\nEmbora o estudo n\u00e3o identificasse os genes espec\u00edficos respons\u00e1veis por uma prefer\u00eancia pelos c\u00e3es, demonstrou, no entanto, que a gen\u00e9tica desempenha um papel t\u00e3o importante quanto o ambiente. Assim, o pr\u00f3ximo passo desta investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 tentar identificar as variantes gen\u00e9ticas que contribuem para essa prefer\u00eancia e como se relacionam com tra\u00e7os de personalidade e outros fatores, como alergias.<br \/>\nPara concluir, este estudo mostrou que a gen\u00e9tica contribui para que mais de metade das pessoas venham a ter c\u00e3es. Mais pesquisas, no entanto, s\u00e3o necess\u00e1rias para confirmar quais os genes respons\u00e1veis por essa prefer\u00eancia e como interagem com outros fatores, como a personalidade e as alergias.<\/p>\n<p style=\"marin-top: 30px;\"><a class=\"button_full\" href=\"https:\/\/www.labroots.com\/trending\/genetics-and-genomics\/14807\/dog-genetic\">VER MAIS<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porque preferiste ter um c\u00e3o? Poder\u00e1 ser gen\u00e9tico\u2026 &nbsp; Estudos anteriores mostraram que o facto de algu\u00e9m ter exposi\u00e7\u00e3o a c\u00e3es durante toda a inf\u00e2ncia aumenta a probabilidade de uma pessoa preferir c\u00e3es. 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