{"id":4803,"date":"2020-11-23T00:13:26","date_gmt":"2020-11-23T00:13:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/?p=4803"},"modified":"2020-11-23T00:13:26","modified_gmt":"2020-11-23T00:13:26","slug":"uma-nova-forma-de-detetar-diabetes-em-gatos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/2020\/11\/23\/uma-nova-forma-de-detetar-diabetes-em-gatos\/","title":{"rendered":"Uma nova forma de detetar diabetes em gatos"},"content":{"rendered":"<h3>Uma nova forma de detetar diabetes em gatos<\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.improveinternational.com\/ambassador\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/AMB-PT-NOV_FM-fb.png\" width=\"350\" height=\"350\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O gato \u00e9 o \u00fanico animal, al\u00e9m de humanos e primatas, que desenvolve diabetes tipo 2 de forma espont\u00e2nea. Por isso, os investigadores est\u00e3o interessados em estudar como se desenvolve a diabetes em gatos e, desta forma, aprender mais sobre a doen\u00e7a em geral.<\/p>\n<p>Uma equipa interdisciplinar de investigadores da Universidade de Copenhaga deu um passo importante para compreender a doen\u00e7a, ao estud\u00e1-la em gatos. O novo estudo mostra que a composi\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias intestinais em gatos que sofrem de diabetes \u00e9 diferente da composi\u00e7\u00e3o observada em gatos saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cPodemos dizer que a diversidade de bact\u00e9rias intestinais \u00e9 reduzida em gatos com diabetes. O mesmo foi detetado em humanos e, portanto, parece haver mais semelhan\u00e7as no diabetes entre as esp\u00e9cies do que se supunha anteriormente. Na verdade, os nossos resultados refutam outro estudo menor\u201d, diz a aluna de doutoramento Ida Nordang Kieler, do Departamento de Ci\u00eancias Cl\u00ednicas Veterin\u00e1rias.<\/p>\n<p>Os investigadores estudaram 82 gatos da Dinamarca e da Su\u00ed\u00e7a e, como n\u00e3o houve diferen\u00e7as entre as duas popula\u00e7\u00f5es, os resultados est\u00e3o relacionados com diabetes e n\u00e3o com a origem ou estilo de vida dos gatos.<br \/>\nOs investigadores colaboraram com o Centro da Funda\u00e7\u00e3o Novo Nordisk para Pesquisa Metab\u00f3lica B\u00e1sica e do Museu de Hist\u00f3ria Natural da Dinamarca. A colabora\u00e7\u00e3o forneceu aos especialistas veterin\u00e1rios ideias valiosas sobre gen\u00e9tica entre as esp\u00e9cies, bem como bact\u00e9rias intestinais e diabetes em humanos.<\/p>\n<p>No futuro, os investigadores esperam poder usar estudos como este para entender e tratar melhor a diabetes em gatos, enquanto talvez, ao mesmo tempo, se aprimora o nosso conhecimento sobre o metabolismo da glicose e o diabetes em humanos, porque algumas incertezas s\u00e3o mais f\u00e1ceis de controlar em testes com animais.<\/p>\n<p>\u201cEsperamos que mais investigadores queiram colaborar no estudo da diabetes em gatos, porque em alguns aspetos esses estudos s\u00e3o mais f\u00e1ceis de controlar do que estudos que envolvem humanos. Pode-se controlar meticulosamente a nutri\u00e7\u00e3o dos gatos e assim remover quaisquer elementos perturbadores e, com menos animais, obter resultados mais est\u00e1veis\u201d, explica Charlotte Reinhard Bj\u00f8rnvad.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, agora est\u00e3o a tentar estabelecer uma biblioteca completa de bact\u00e9rias intestinais em gatos, especialmente \u00fatil para investigadores que estudam gatos. Essas bibliotecas j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis para humanos e c\u00e3es. Para isso, eles continuar\u00e3o a colaborar com o Museu de Hist\u00f3ria Natural da Dinamarca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"marin-top: 30px;\"><a class=\"button_full\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-019-41195-0\"><strong>VER MAIS<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova forma de detetar diabetes em gatos &nbsp; O gato \u00e9 o \u00fanico animal, al\u00e9m de humanos e primatas, que desenvolve diabetes tipo 2 de forma espont\u00e2nea. 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