“O bom filho à casa torna”

“O bom filho à casa torna”

 

Os cientistas ainda não descobriram totalmente como funciona o incrível sentido de orientação destes peixes que conseguem nadar milhares de quilômetros pelos oceanos antes de voltarem ao rio onde nasceram.
Várias hipóteses já foram levantadas para tentar explicar o fenômeno como “indicações” dadas pelas correntes marítimas, pelas diferenças de temperatura da água e até mesmo pela incidência dos raios solares no trajeto percorrido por eles.
Hoje em dia, segundo o biólogo Lyman Thorsteinson, do Centro Ocidental de Pesquisas em Peixes, em Seattle, nos Estados Unidos, uma das teorias mais aceites é a de que o salmão encontra o curso de água de origem usando dois fatores: o magnetismo da Terra e o olfato.
Isso, porque o salmão possui um sistema olfativo altamente desenvolvido, capaz de diferenciar o odor dos diferentes tipos de solo e de vegetação presentes nos rios.
No entanto, o percurso de volta contracorrente é penoso e apenas uma pequena percentagem destes peixes consegue atingir o seu objetivo e mesmo os poucos que se conseguem reproduzir dificilmente retornam para o mar.

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