Dos papiros egípcios à construção da primeira escola

Na antiguidade, não havia uma distinção dos métodos que se usava nos homens e nos animais. No entanto foi encontrado um papiro egípcio (1750 a.C) com informações sobre oftalmologia animal. Em paredes de túmulos foram encontrados desenhos que representam partos e cuidados com as patas dos bovinos.
Em 400 a.C. Hipocrates desenvolveu uma medicina mais pragmática e um exame sistemático do paciente. Hipócrates interessou-se e estudou as perturbações cerebrais dos bovinos e dos ovinos. Descreveu a raiva, as cólicas dos cavalos e o mal rubro do porco.
Na idade media, foi desenvolvido pelos árabes diferentes tipos de bisturis cirúrgicos e métodos de imobilização de cavalos.
Em 1761, Claude Bourgelat um dos melhores cavaleiros da Europa criou a primeiro estabelecimento veterinário em Lyon com o objetivo de preservar e melhorar a espécie equina e de proteger o gado das epidemias. Em 1762 foi fundada a escola da Guillotière.
Ao contrário do ensino superior da época, nesta escola os estudantes praticavam através de consultas reais e de hospitalizações de animais o que fez com que atraísse muitos alunos estrangeiros e se tornasse numa grande referência. Depois desta escola apareceram numerosas escolas espalhadas por toda Europa.
